3.04.2006
E quando não se sabe gerir o banco?
'Imagina que existe um banco que todas as manhãs adiciona à tua conta 86.400€. Esse estranho banco, ao mesmo tempo, não transfere o teu saldo de um dia para o outro: todas as noites apaga da tua conta o saldo que não gastaste.Que farias? Imagino que retirarias todos os dias a quantidade que não tinhas gasto, não? Pois bem, todos nós temos esse banco, o seu nome é Tempo.Todas as manhãs, esse banco adiciona à tua conta pessoal 86.400 segundos. Cada noite, esse banco retira da tua conta e dá como perdida qualquer quantidade desse saldo que não transformaste em algo proveitoso. Este banco não arrasta saldos de um dia para o outro, não permite acumulações. Todos os dias é aberta uma nova conta. Cada noite, elimina os saldos do dia anterior. Se não utilizas o teu saldo diário, só tu tens a perder, não tens uma segunda hipótese de utilizares o que sobra.Não existe reforço do saldo diário: deves viver o presente com o saldo de hoje.Por isso, um bom conselho é que deves utilizar o teu tempo de forma a obteres o melhor em saúde, felicidade e êxito.O relógio segue a sua marcha, utiliza o máximo do teu dia. [...]'
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5 comentários:
Para no final da vida possas fazer como Pablo Noruda e escreveres na tua campa em letras muito grossas e visiveis "Confesso que vivi" sem mais nada lá escrito.
E cada segundo perdido jamais é recuperado... Quantos segundos é que ja perdemos com coisas sem importancia ?
Beijoca enorme *
oh minha querida, sente-te livre de me visitar e comentar sempre que quiseres... =) eu gostei muito de te ler por lá!
e quanto ao banco do tempo... é, às vezes custa gerir tantos segundos que nos são dados de mão beijada. quando queremos fazer tudo, acabamos por não fazer nada, quando nos encostamos ao comodismo e não fazemos nada... aí, é a evolução a parar. há que saber encontrar o tempo certo para cada coisa e procurar viver, para além de existir! =)
beijinho grande para ti! *
terrivel ditador o senhor relógio...
Falamos tanto do tempo e fazemos tão pouca coisa para aproveitá-lo...
Um beijo *
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