Tem alturas que não me percebo e vou morrer sem perceber... Não imaginam o quanto me revolta. Sou tão estranha! Por que é que não comprei bilhete antecipadamente!? Tem alturas que só me apetece chamar nomes feios.
(Não me deixem morrer frustrada! Quero cantar bem alto a "Last day of summer", com centenas de pessoas, sentir o arrepio e a satisfação de vos ouvir!)
só de ver agora esse vídeo, o meu coração começou logo a bater mais depressa. só agora começo a entender a imensidão desse momento único que vivi. foi tão bom... o Robert é fixe, o Robert tem um sorriso simpático, o Robert tem movimentos altameeente (eu vibrava quando ele mexia assim os braços!) e, olha... eu acho que não acreditava, mas eu vi-o, e o Robert é real. ^^
(eu estive na primeira fila! eu tive o Robert Smith à minha frente, a um metro de mim! dá para acreditar?!)
P. S. Não contem com muitas marés... a partir de uma certa altura as bandas entram em declínio. A dos The Cure já começou e - malta que lá esteve e é especialista - garantiu-me que o concerto soube a «tomem lá, lembrem-se de nós»!
O Robert é um cavalheiro com 48 anos (a fazer 49 no próximo 21 de Abril). Os The Cure começaram em 1976! - brotando do magma genérico do movimento punk, mas mais líricos e penumbrosos, sendo uma das inspirações do «segundo punk», a new wave. Logo no primeiro álbum, com uma cover de Jimmy Hendrix, «Foxy Lady», os The Cure marcavam uma influência do movimento hippie e, nalguns temas compostos na década de 70 - «I'm Cold», 1977 e «Boys Don't Cry», 1978, por exemplo -, expressavam prematuramente o que viria a ser o seu som característico... e uma das maiores influência sobre o death rock/gothic rock.
7 comentários:
És tu e eu! Só me apetece auto-espancar!
Enfim...há mais marés que marinheiros! ;) *
só de ver agora esse vídeo, o meu coração começou logo a bater mais depressa.
só agora começo a entender a imensidão desse momento único que vivi. foi tão bom...
o Robert é fixe, o Robert tem um sorriso simpático, o Robert tem movimentos altameeente (eu vibrava quando ele mexia assim os braços!) e, olha... eu acho que não acreditava, mas eu vi-o, e o Robert é real. ^^
(eu estive na primeira fila! eu tive o Robert Smith à minha frente, a um metro de mim! dá para acreditar?!)
Eu gostava de cantar esta "Lullaby" ou a "Lovecats" ou a "Lovesong"... há-de haver outra altura.
Beijo.
deixa lá. *
Presente!
Mais um estúpido que guarda tudo para a última da hora! :/
Bom, já os vi três vezes, em períodos muito diferentes... mas fiquei mesmo fodido de já não ter arranjado bilhete!
Toda a gente diz que foi excelente!
Dark kiss.
P. S. Não contem com muitas marés... a partir de uma certa altura as bandas entram em declínio.
A dos The Cure já começou e - malta que lá esteve e é especialista - garantiu-me que o concerto soube a «tomem lá, lembrem-se de nós»!
O Robert é um cavalheiro com 48 anos (a fazer 49 no próximo 21 de Abril). Os The Cure começaram em 1976! - brotando do magma genérico do movimento punk, mas mais líricos e penumbrosos, sendo uma das inspirações do «segundo punk», a new wave. Logo no primeiro álbum, com uma cover de Jimmy Hendrix, «Foxy Lady», os The Cure marcavam uma influência do movimento hippie e, nalguns temas compostos na década de 70 - «I'm Cold», 1977 e «Boys Don't Cry», 1978, por exemplo -, expressavam prematuramente o que viria a ser o seu som característico... e uma das maiores influência sobre o death rock/gothic rock.
Uma banda que marca três décadas de música!
errrr quem são? Podias ou menos identificar o grupo, nem toda a gente está a par das novidades...
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